É mesmo isso! Fiz hoje o exame de código e PASSEI, com duas erradas... Mas o que importa é que eu P-A-S-S-E-I!!!
(Agora é combinar as aulas de condução).
Agora notícias menos boas... Estive três horas a fazer um trabalho e ainda me falta fazer outro já para entregar 2ª feira! E ainda por cima vou ter frequência na 5ª! E mais umas tantas! Ai credo! Tanta coisa para estudar!!!! ![]()
Dêem-me forças para aguentar isto tudo, por favor!

Na apoteose dos mortais,
Vai-se glorificando os banais,
Como uma espécie de medalha,
Que mais tarde virá a ser a sua mortalha.
Morrem os fracos, morrem os poderosos
Mas quem fica na história,
Não são os penosos,
Mas sim, os criminosos!
Matam, roubam,exploram,
Os mais pobres e necessitados,
Trabalham horas a fio como escravos,
Os pobres coitados!
Não é o artista que recebe o prémio,
Mas sim, o crítico que lhe anula o mérito,
Mas que depressa se vende ao grémo.
Neste grei onde tudo é injusto
Onde todo o povo é gazina,
Preconceituoso e esteriotipado,
Se auto-destrói e com isso não está preocupado.
Só se preocupam em ganhar dinheiro,
Alcançar os seus fins sem olhar a meios,
Desafiar e humilhar
Aqueles que eles acham que lhe são inferiores.
Os homens acham-se maiores que os Deuses,
Que há humanos que valem mais e outros menos,
Que os animais só servem para os servir
e os alimentar,
Que a natureza podem poluir,
E que o mundo todo podem governar!...
Como se pode glorificar
Seres assim?
Mas a estes só a sociedade respeita,
Aqueles que vivem de forma suspeita
E cheia de futilidade,
Àqueles que proclamam falsas ordens de solidariedade!
Podem-me chamar infantil,
Mas eu acredito que um dia haverá
Justiça no mundo!
Pois, a apoteose dos mortais
Só a Deus caberá!
5/10/2009
Poema da minha autoria
Estou a dar comigo em doida! Acreditam que desde que as aulas começaram (21 de Setembro) só assisti a uma semana de aulas?!
Não, não é pelos professores faltarem, não é pela universidade estar fechada e não é por eu ser uma baldas... é porque estou sempre doente! ![]()
Só de pensar na quantidade de matéria que estou a perder... fico toda stressada!
É que aquilo é difícil! Os gajos têm cá uma pedalada! Se a gente não assiste às aulas não percebe patavina!
Só espero é não ficar doente nunca mais este ano, muito menos em dias de frequências!
Eu sei que o ritmo é demasiado, principalmente para mim que não estou habituada a grandes viagens, autocarros, estudos e tal...
Esta semana fiquei em casa por causa duma suposta Gripe A. Digo "suposta", porque não me fizeram análises nenhumas, pois não estão para gastar dinheiro...
Se calhar andei a faltar sem necessidade... Que raiva! ![]()
E lá vou eu 2ª feira como uma tonta pedir apontamentos e tirar fotocópias da matéria. Liiiiiiiiindo!
Odeio isto tudo, que porcaria! E já para não falar no Código, que não há maneira de atinar mesmo! Tenho até medo! Acho que ando a perder qualidades, parece que já não sei estudar!... NÃAAAAAAAAAOOOOOOOO! ![]()
Pronto, ok... Este post é estúpido, mas é o que me vem à cabeça! É tudo angústias de universitária, isto já passa! Espero eu...
Já sou oficialmente uma universitária! Já me matriculei e frequentarei a Universidade para a semana.
Entrei na minha 1ª opção: Comunicação Social e Cultura na Universidade dos Açores! ![]()
O horário é um pouco chato porque tem muitos furos e há dias que saio às 20:00 horas!
Mas há uma coisa positiva: é que neste 1º semestre NÃO TENHO AULAS ÀS Sextas!!!
Já para não falar que tenho de consolidar com os horários dos autocarros... Isto de tirar o Código está complicado... ![]()
Mas não vou sozinha, porque tenho uma colega de turma que já é minha colega desde a 1ª classe! lol
Agora tenho uma grande dúvida: IREI OU NÃO PARTICIPAR NAS PRAXES??? AJUDEM-ME POR FAVOR!!! O que fariam no meu lugar?
Mas nem tudo anda bem, porque esta semana apanhei Herpes de Zhoster, que está a dar cabo de mim... Dá cá umas dores...
Tenho a herpes na zona da cara e ela faz doer a cara toda daquele lado, já para não falar no olho...
A herpes de Zhoster é uma herpes causada pelo vírus incubado da varicela e que atinge os nervos. No meu caso são os nervos trigémeos (zona oftalmológica e facial).
TINHA MESMO DE DAR AGORA ESTA PORCARIAAAAAAAAAA! ![]()
E pronto! São estas as novidades... Espero que me dê bem nesta minha nova vida! ![]()
Recebi um miminho da dona do blog So Much More.
As regras são:
1. Mostrar a imagem do prémio que nos foi atribuido
2. Referir o blog de quem me premiou
3. Atribuir o prémio a 10 blogs da minha preferência
Os ditos blogs da minha preferência:
A doença de Alzheimer é uma doença do cérebro (morte das células cerebrais e consequente atrofia do cérebro), progressiva, irreversível e com causas e tratamento ainda desconhecidos. Começa por atingir a memória e, progressivamente, as outras funções mentais, acabando por determinar a completa ausência de autonomia dos doentes.
Os doentes de Alzheimer tornam-se incapazes de realizar a mais pequena tarefa, deixam de reconhecer os rostos familiares, ficam incontinentes e acabam, quase sempre, acamados.
É uma doença muito relacionada com a idade, afectando as pessoas com mais de 50 anos. A estimativa de vida para os pacientes situa-se entre os 2 e os 15 anos.
Fonte: Ministério da Saúde
A doença de Alzheimer é das piores doenças que há! Infelizmente conheço-a bem de perto e lidei com ela porque a minha avó materna tinha esta doença.
Ela sabia quem nós éramos, mas muitas vezes esquecia-se dos nomes. Do meu nunca se lembrava, apesar de ser o mesmo que o dela...
Era incontinente, não podia ir sozinha à casa de banho, pois às vezes não fazia as necessidades na sanita. Se a tampa estivesse fechada, não tinha capacidades para a abrir e fazia em cima dela e sujava a casa de banho toda! ![]()
Recordava-se de coisas bem antigas e pensava que eram actuais...
Essas coisas são assustadoras, principalmente quando dão a uma pessoa inteligente e activa! Eu não sei como era a minha avó antes da doença pois quando eu nasci ela já a tinha... Mas pelo que me contaram era uma mulher muito activa e trabalhadora.
Acabou por falecer há uns anos, não devido ao Alzheimer, mas sim, a um acidente vascular cerebral.
Devemos então estar sempre atentos aos sintomas desta doença. Começa sempre pelo esquecimento das coisas, das ruas, das pessoas, do seu nome...
É uma doença muito desgastante para as pessoas que cuidam dos doentes. É um desgaste principalmente psicológico, mas que por amor aos entes queridos têm que se aguentar...
Finalizo este "post" com um vídeo que mostra bem como as pessoas com Alzheimer se sentem!

Com diferentes abordagens, esta história conduz o leitor a uma conclusão inevitável: a própria vida significa mudança, aprendizagem e evolução. A estagnação só pode ser prejudicial e é a própria natureza (do mundo e dos mercados...) que afasta aqueles que se recusam a evoluir.
Esta história é "normalmente" utilizada por "alguns" Formadores de Formação Profissional de Adultos para ilustrar a necessidade de as pessoas mudarem, sob pena de ficarem para trás, no mundo competitivo que é o mercado de trabalho!
«Havia uma estranha perturbação na zona dos grandes pântanos. Todos os animais aquáticos tinham sido convocados para uma Assembleia pela Tartaruga. Apesar do nível das águas ser abundante, tinha descido nos últimos anos e isso inquietara o velho réptil.
Por isso, mandou chamar a comunidade de animais da vizinhança para transmitir as suas conclusões: - Amigos, imagino que já repararam que cada vez há menos água. Sei que ainda não parece nada sério, mas já assisti a este mesmo processo noutras zonas da terra e aviso-vos que se aproximam tempos de grande seca.
Perante estas palavras, gerou-se um grande rebuliço. Todos se tinham apercebido de um suave e contínuo abaixamento do caudal dos pântanos, mas nada levava a crer que poderia ser grave. - Porque nos terá convocado, se há água de sobra? – perguntaram uns aos outros.
A centenária Tartaruga deu respostas à inquietação despertada: - Convoquei-vos porque felizmente ainda temos tempo e poderemos ultrapassar isto sem problemas, se começarmos a actuar desde já. Para que as nossas espécies sobrevivam temos de Evoluir.
Ficaram todos estupefactos. Nunca se tinham deparado com tal questão e, depois do choque inicial, começaram a interrogar-se sobre como o fariam.
Continuou a Tartaruga: - Todos os dias, ficaremos uns minutos fora de água; aquele que não conseguir fazê-lo começa por uns segundos e, pouco a pouco, vai ficando cada vez mais tempo. Devemos fazê-lo constantemente e ensiná-lo às gerações vindouras, para que cada espécie evolua com o tempo, de modo a tornar possível a todos nós mantermo-nos num ambiente sem pântano. Devemos também mudar os nossos hábitos alimentares, e em cada dia ir comendo algo que não esteja na água, até que acostumemos o nosso corpo a digerir plantas do exterior.
Não sem algumas reticências, todos iniciaram o grande e meticuloso plano de acção. Dentro de uma dezena de gerações todos poderiam respirar fora de água, alimentar-se com comida que crescesse na terra e até poderiam respirar fora de água.
Todos menos o Barbinho, um dos peixes mais antigos dos pântanos, que se negou a participar neste processo. Convencido de que a Tartaruga exagerava, não fez caso, e logo aproveitou o entorpecimento dos seus vizinhos para obter mais comida. As outras espécies, à medida que evoluíam, tornavam-se menos competitivas dentro de água.
O Barbinho via o nível de água descer, mas mantinha a visão de que algumas chuvas chegariam a tempo de resolver o problema. Com o passar do tempo, só uns poucos charcos com apenas um dedo de profundidade faziam lembrar que naquelas paragens existiram uma vez pântanos.
O Barbinho agonizava, e esse verão, o mais duro de que havia memória, acabaria de certeza com a água que ainda restava. Magro, sem poder mexer, chorava a sua má sorte.
Justamente nessa altura, passou ao seu lado a Tartaruga que lhe disse: - Tiveste a mesma oportunidade que os outros. Neste mundo de mudanças constantes, evoluir não é uma opção, é uma obrigação para sobreviver.
O Barbinho, ainda sem compreender, gritava: - Que má sorte tive, tudo correu contra mim e, para cúmulo, este verão foi terrível, que fatalidade. Dizes isso, porque és uma tartaruga e podes andar por onde quiseres, mas não fazes ideia do que é isto.
A Velha Tartaruga sorriu e antes de abandonar o Barbinho comentou: - Meu infeliz amigo, há muito, muito tempo, eu era um peixe estúpido como tu, e também chegou para mim a oportunidade de evoluir. Apesar de ter dedicado atenção a essa oportunidade, não a levei a sério, e é por isso que sou tão desajeitada na terra, temo que nunca chegarei a voar e apenas me movo com desembaraço debaixo de água. Durante anos, atribuí a culpa à má sorte, mas agora aprendi que sou eu a única responsável, pois, quando a realidade me enviava os seus sinais, eu empenhei-me em não fazer caso, em não mudar nada em mim, e quase ficava fora deste novo mundo. Eu ando, por isso decidi que devo ser mais rápida. Assim, hei-de correr um pouco mais cada dia para poder evoluir para algo superior, pois parece que virão tempos de escassez e quero continuar a ser competitiva nessa altura.
O Barbinho morreu na lama, no lamaçal dos imobilistas, dos que não querem mudar, no lado dos medíocres que, embriagados pela abundância de hoje, não sabem ver a necessidade da mudança, da evolução, para continuarem a existir amanhã.»
Semelhantes ao peixe, "existem" em Portugal muitos trabalhadores (chefes e colaboradores) que, apesar de verem as novas exigências e tendências que será necessário enfrentar no futuro imediato, não assumem a evolução como necessidade profissional iminente.
São os que esperam, passivamente, que no final, numa chuva milagrosa acabe por voltar a pôr as coisas como antes, sem entenderem que, no meio competitivo actual, nada é como dantes, pois as empresas estão em contínuo progresso e os que não são capazes de evoluir com elas, por mais fortes ou competentes que sejam hoje, passarão a engrossar a lista dos extintos ao ficarem desfasados do seu próprio mundo.
Infelizmente, este é um "problema" que afecta grande parte do Povo Português...
Texto retirado de«Fábulas, histórias e conselhos para o gestor moderno» de Francisco Muro da Colecção «Vectores de Liderança».
Fonte: Aeiou
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