Quarta-feira, 8 de Abril de 2009

A Janela da Noite Penetrante


Eram onze horas da noite.
Uma tempestade ao luar;
O telhado da casa a pingar;
Uma menina a mirar o céu.
Chuva sonora,
Como um açoite.

Inverno, estação triste.
A menina chora
Para que a tempestade vá embora.
Uma linda melodia
Cheia de melancolia
Estende-se ao céu.
Lua minguante, a noite negra como breu.
Um fiozinho de luar
Mais lembrava um grande véu.
Ouvia-se o ronco furioso do mar.

A menina depressa adormeceu.
Entrou no país dos Sonhos.
Sonhava com a Primavera...
Sonhou ser duquesa de Baviera...
Sonhou ser uma rosa vermelha,
Um musgo verde na telha
Só para melhor olhar
O belo luar,
Que a todos veio encantar.

 

Poema da minha autoria


Terça-feira, 29 de Janeiro de 2008

A Chuva

A chuva cai.
Adoro ouvir a sua melodia
Tanto de dia,
Ou na luz do luar.

Chuva, que molhas a rua,
Pensando que ela é só tua;
Refrescas as plantas e as flores,
E inspiras muitos amores.

Chuva, minha musa inspiradora,
Tu, que me dás uma imensa alegria,
A ti te vou dedicar
Este poema de encantar.

sinto-me:
música: Chuva - Mariza
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Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2008

Mariza - Chuva

 

 

As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir

Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir

São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder

Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer

A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera

Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera

A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade

 

sinto-me:
música: Mariza - Chuva

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