Segunda-feira, 19 de Julho de 2010

Apontamentos

 

Hoje às onze e meia da manhã puseram-me o Holter 24 horas pela 2ª vez na minha vida (a 1ª tinha eu 13 anitos) e não está a ser nada agradável. Dá comichão e mete impressão, mesmo! Acho que sou alérgica àquelas coisas...

Depois vou ter de caminhar durante pelo menos uma meia hora! Pois, pois, eu já estou enferrujada, acho que não consigo! lol

E amanhã lá tenho eu de ir lá outra vez tirá-lo...

Estou quase a ir de férias, vamos lá ver se gosto, é que é sempre a mesma coisa...  Aliás tenho muitas opções para onde viajar, vários países, entre os quais:

  • Portugal
  • Portugal
  • Portugal
  • Portugal

Óbvio que escolhi Portugal!  Estou quase como aquela publicidade que dá na tv lool

 

Ando muito aborrecida ultimamente. Já nada me anima, espero não ter entrado em depressão... Já não tenho paciência para ler, nem escrever, nem sair de casa, nada!

 

 

As actividades que fiz nestas férias foram:

  1. Ir às compras
  2. Ir 3 vezes à praia
  3. Passear
  4. Ler o Harry Potter e "Os Talismãs da Morte" (sim, só li agora)
  5. Ler uma parte do "Levantado do Chão" de José Saramago (vou ver se leio tudo este Verão)
  6. Ouvir música
  7. Navegar pela net
  8. Escrever para o suplemento do jornal
  9. Fazer exames cardíacos
  10. Tomar Xanax todos os dias lol (não é bem uma actividade, mas é a realidade) eheheh rimei e tudo! xD
  11. Fazer as malas (ainda não as fiz) 
  12. Viajar pelo Norte de Portugal

As minhas notas foram mais ou menos:

 

  • Língua Portuguesa I - 14
  • Teoria e Prática do Debate Público - 14
  • Teorias da Comunicação - 15
  • Introdução ao Estudo da Linguagem - 15
  • Introdução à Sociologia - 16
  • Língua Portuguesa II - 15
  • História Contemporânea - 14
  • História dos Media - 13
  • Sociologia Geral - 10
  • Cultura e Linguagens Científicas - 16
  • Média: 14,2

E pronto, é tudo! Vou fazer agora a tal caminhada!

 

C ya***

sinto-me:
música: Don't Worry - Daniela Galbin

Quarta-feira, 2 de Setembro de 2009

“O Peixe Que Não Quis Evoluir” por Henrique Neto

 

Com diferentes abordagens, esta história conduz o leitor a uma conclusão inevitável: a própria vida significa mudança, aprendizagem e evolução. A estagnação só pode ser prejudicial e é a própria natureza (do mundo e dos mercados...) que afasta aqueles que se recusam a evoluir.
Esta história é "normalmente" utilizada por "alguns" Formadores de Formação Profissional de Adultos para ilustrar a necessidade de as pessoas mudarem, sob pena de ficarem para trás, no mundo competitivo que é o mercado de trabalho!
«Havia uma estranha perturbação na zona dos grandes pântanos. Todos os animais aquáticos tinham sido convocados para uma Assembleia pela Tartaruga. Apesar do nível das águas ser abundante, tinha descido nos últimos anos e isso inquietara o velho réptil.
Por isso, mandou chamar a comunidade de animais da vizinhança para transmitir as suas conclusões: - Amigos, imagino que já repararam que cada vez há menos água. Sei que ainda não parece nada sério, mas já assisti a este mesmo processo noutras zonas da terra e aviso-vos que se aproximam tempos de grande seca.
Perante estas palavras, gerou-se um grande rebuliço. Todos se tinham apercebido de um suave e contínuo abaixamento do caudal dos pântanos, mas nada levava a crer que poderia ser grave. - Porque nos terá convocado, se há água de sobra? – perguntaram uns aos outros.
A centenária Tartaruga deu respostas à inquietação despertada: - Convoquei-vos porque felizmente ainda temos tempo e poderemos ultrapassar isto sem problemas, se começarmos a actuar desde já. Para que as nossas espécies sobrevivam temos de Evoluir.
Ficaram todos estupefactos. Nunca se tinham deparado com tal questão e, depois do choque inicial, começaram a interrogar-se sobre como o fariam.
Continuou a Tartaruga: - Todos os dias, ficaremos uns minutos fora de água; aquele que não conseguir fazê-lo começa por uns segundos e, pouco a pouco, vai ficando cada vez mais tempo. Devemos fazê-lo constantemente e ensiná-lo às gerações vindouras, para que cada espécie evolua com o tempo, de modo a tornar possível a todos nós mantermo-nos num ambiente sem pântano. Devemos também mudar os nossos hábitos alimentares, e em cada dia ir comendo algo que não esteja na água, até que acostumemos o nosso corpo a digerir plantas do exterior.
Não sem algumas reticências, todos iniciaram o grande e meticuloso plano de acção. Dentro de uma dezena de gerações todos poderiam respirar fora de água, alimentar-se com comida que crescesse na terra e até poderiam respirar fora de água.
Todos menos o Barbinho, um dos peixes mais antigos dos pântanos, que se negou a participar neste processo. Convencido de que a Tartaruga exagerava, não fez caso, e logo aproveitou o entorpecimento dos seus vizinhos para obter mais comida. As outras espécies, à medida que evoluíam, tornavam-se menos competitivas dentro de água.
O Barbinho via o nível de água descer, mas mantinha a visão de que algumas chuvas chegariam a tempo de resolver o problema. Com o passar do tempo, só uns poucos charcos com apenas um dedo de profundidade faziam lembrar que naquelas paragens existiram uma vez pântanos.
O Barbinho agonizava, e esse verão, o mais duro de que havia memória, acabaria de certeza com a água que ainda restava. Magro, sem poder mexer, chorava a sua má sorte.
Justamente nessa altura, passou ao seu lado a Tartaruga que lhe disse: - Tiveste a mesma oportunidade que os outros. Neste mundo de mudanças constantes, evoluir não é uma opção, é uma obrigação para sobreviver.
O Barbinho, ainda sem compreender, gritava: - Que má sorte tive, tudo correu contra mim e, para cúmulo, este verão foi terrível, que fatalidade. Dizes isso, porque és uma tartaruga e podes andar por onde quiseres, mas não fazes ideia do que é isto.
A Velha Tartaruga sorriu e antes de abandonar o Barbinho comentou: - Meu infeliz amigo, há muito, muito tempo, eu era um peixe estúpido como tu, e também chegou para mim a oportunidade de evoluir. Apesar de ter dedicado atenção a essa oportunidade, não a levei a sério, e é por isso que sou tão desajeitada na terra, temo que nunca chegarei a voar e apenas me movo com desembaraço debaixo de água. Durante anos, atribuí a culpa à má sorte, mas agora aprendi que sou eu a única responsável, pois, quando a realidade me enviava os seus sinais, eu empenhei-me em não fazer caso, em não mudar nada em mim, e quase ficava fora deste novo mundo. Eu ando, por isso decidi que devo ser mais rápida. Assim, hei-de correr um pouco mais cada dia para poder evoluir para algo superior, pois parece que virão tempos de escassez e quero continuar a ser competitiva nessa altura.
O Barbinho morreu na lama, no lamaçal dos imobilistas, dos que não querem mudar, no lado dos medíocres que, embriagados pela abundância de hoje, não sabem ver a necessidade da mudança, da evolução, para continuarem a existir amanhã.»
Semelhantes ao peixe, "existem" em Portugal muitos trabalhadores (chefes e colaboradores) que, apesar de verem as novas exigências e tendências que será necessário enfrentar no futuro imediato, não assumem a evolução como necessidade profissional iminente.
São os que esperam, passivamente, que no final, numa chuva milagrosa acabe por voltar a pôr as coisas como antes, sem entenderem que, no meio competitivo actual, nada é como dantes, pois as empresas estão em contínuo progresso e os que não são capazes de evoluir com elas, por mais fortes ou competentes que sejam hoje, passarão a engrossar a lista dos extintos ao ficarem desfasados do seu próprio mundo.
Infelizmente, este é um "problema" que afecta grande parte do Povo Português...

Texto retirado de«Fábulas, histórias e conselhos para o gestor moderno» de Francisco Muro da Colecção «Vectores de Liderança».

Fonte: Aeiou


Quinta-feira, 11 de Junho de 2009

Reflexão de Luís de Camões - Canto VII

 

Como ontem foi dia de Portugal e aniversário da morte de Luís de Camões, nada como colocar um poema dos "Lusíadas", grande obra épica do nosso poeta português.

Inserido no canto VII, intitulado como "Reflexões do poeta", Luís de Camões que tanto exalta os portugueses, cai num tom de desânimo.

Como todos devem saber, Camões não teve uma vida nada fácil. Perdeu um olho na guerra, sobreviveu a um naufrágio, salvando os Lusíadas nadando com eles na mão, sofreu por amor, viveu na miséria e ainda por cima não teve a glória e o reconhecimento que merecia, aliás, que ele achava bem merecer, pois apesar de tudo, ele era bem consciente do seu valor.

Com isto, Camões critica os contemporâneos que não dão valor aos seus poetas, o que irá inibir o surgimento de novos poetas, caindo Portugal num marasmo pouco cultural, ficando aquém de outros países da Europa.

Mas a crítica aumenta de tom na parte final, quando são enumerados aqueles que nunca cantará e que, implicitamente, denuncia abundarem na sociedade do seu tempo: os ambiciosos, que sobrepõem os seus interesses aos do «bem comum e do seu Rei», os dissimulados, os exploradores do povo, que não defendem «que se pague o suor da servil gente».
No final, retoma à definição do seu herói - o que arrisca a vida «por seu Deus, por seu Rei».
Como podem ver, já naquele tempo havia pessoas mesquinhas e que não dão valor aos seus, coisa que hoje em dia ainda acontece! Aliás, se Camões vivesse nos dias de hoje, tinha poucas pessoas a quem cantar!

Por isso fica aqui desde já, a minha homenagem a este GRANDE SENHOR, LUÍS VAZ DE CAMÕES, príncipe dos poetas do seu tempo. Viveu pobre e miseravelmente e assim morreu. (inscrito na sua lápide no Mosteiro dos Jerónimos).

 

 

Um ramo na mão tinha... Mas, ó cego!
Eu, que cometo insano e temerário,
Sem vós, Ninfas do Tejo e do Mondego,
Por caminho tão árduo, longo e vário!
Vosso favor invoco, que navego
Por alto mar, com vento tão contrário,
Que, se não me ajudais, hei grande medo
Que o meu fraco batel se alague cedo.
 

Olhai que há tanto tempo que, cantando
O vosso Tejo e os vossos Lusitanos,
A fortuna mo traz peregrinando,
Novos trabalhos vendo, e novos danos:
Agora o mar, agora experimentando
Os perigos Mavórcios inumanos,
Qual Canace, que à morte se condena,
Numa mão sempre a espada, e noutra a pena.
 

Agora, com pobreza avorrecida,
Por hospícios alheios degradado;
Agora, da esperança já adquirida,
De novo, mais que nunca, derribado;
Agora às costas escapando a vida,
Que dum fio pendia tão delgado
Que não menos milagre foi salvar-se
Que para o Rei Judaico acrescentar-se.
 

 

E ainda, Ninfas minhas, não bastava
Que tamanhas misérias me cercassem,
Senão que aqueles, que eu cantando andava
Tal prêmio de meus versos me tornassem:
A troco dos descansos que esperava,
Das capelas de louro que me honrassem,
Trabalhos nunca usados me inventaram,
Com que em tão duro estado me deitaram.
 

Vede, Ninfas, que engenhos de senhores
O vosso Tejo cria valorosos,
Que assim sabem prezar com tais favores
A quem os faz, cantando, gloriosos!
Que exemplos a futuros escritores,
Para espertar engenhos curiosos,
Para porem as coisas em memória,
Que merecerem ter eterna glória!
 

 

Pois logo em tantos males é forçado,
Que só vosso favor me não faleça,
Principalmente aqui, que sou chegado
Onde feitos diversos engrandeça:
Dai-mo vós sós, que eu tenho já jurado
Que não o empregue em quem o não mereça,
Nem por lisonja louve algum subido,
Sob pena de não ser agradecido.
 

 

Nem creiais, Ninfas, não, que a fama desse
A quem ao bem comum e do seu Rei
Antepuser seu próprio interesse,
Inimigo da divina e humana Lei.
Nenhum ambicioso, que quisesse
Subir a grandes cargos, cantarei,
Só por poder com torpes exercícios
Usar mais largamente de seus vícios;
 

Nenhum que use de seu poder bastante,
Para servir a seu desejo feio,
E que, por comprazer ao vulgo errante,
Se muda em mais figuras que Proteio.
Nem, Camenas, também cuideis que canto
Quem, com hábito honesto e grave, veio,
Por contentar ao Rei no ofício novo,
A despir e roubar o pobre povo.
 

Nem quem acha que é justo e que é direito
Guardar-se a lei do Rei severamente,
E não acha que é justo e bom respeito,
Que se pague o suor da servil gente;
Nem quem sempre, com pouco experto peito,
Razões aprende, e cuida que é prudente,
Para taxar, com mão rapace e escassa,
Os trabalhos alheios, que não passa.
 

 

Aqueles sós direi, que aventuraram
Por seu Deus, por seu Rei, a amada vida,
Onde, perdendo-a, em fama a dilataram,
Tão bem de suas obras merecida.
Apolo, e as Musas que me acompanharam,
Me dobrarão a fúria concedida,
Enquanto eu tomo alento descansado,
Por tornar ao trabalho, mais folgado.
 

 

Luís de Camões, Lusíadas, canto VII

 

sinto-me:
música: Fintar a Pulsação - Susana Félix

Quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009

Bailarico Inglês - II Parte


 
Deitou-se e continuou a ler o livro. A história era cada vez mais bonita.
Antes de ir dormir, Alexandra foi há casa de banho e quando se viu ao espelho viu o seu rosto, mas estava um bocado diferente. Estava mais bonita, tinha um colar de pérolas e um tiara no cabelo.
Assustou-se. Viu o espelho a remexer-se. Tocou e sentiu-se a ser sugada lá para dentro.
Alexandra aterrou num sítio escuro e sentiu-se um bocado atordoada , mas depressa recuperou.
Apalpou a parede e conseguiu abrir a porta. Um fio de luz iluminou o compartimento e viu que se tratava de uma pequena sala com um grande espelho.
Alexandra ouviu música a tocar e pessoas a rir e a conversarem e dirigiu-se para lá.
- O baile! - exclamou Alexandra.
Viu casais a dançar com roupas do século XVIII.
Olhou para si. Também estava vestida de um lindo vestido azul.
Reparou no conde William sentado no cadeirão, a olhar para o baile vagamente.
Alexandra estava eufórica. Como foi ali parar? Será que tudo ali era um sonho? Foi para o centro da pista de dança sem acreditar no que estava a ver.
Conde William reparou na linda mulher vestida de azul.
- Quem é aquela mulher?
- Não sei. - respondeu o duque George.
Conde William ficou maravilhado. Desceu do cadeirão e foi ter com ela.
- Quem sois vós? - questionou ele.
Alexandra virou-se e assustou-se.
- Chamo-me Alexandra. - respondeu.
- Sou o conde William de Gales. - apresentou-se o senhor. - E vós sois o quê?
- Eu sou duquesa de Bragança. - mentiu ela.
- Onde fica isso? - interrogou o conde.
- Em Portugal. -respondeu ela.
- Sois portuguesa? - espantou-se o conde. - Não sabia que havia mulheres tão lindas em Portugal! Mas não me lembro de ter convidado nenhuma duquesa de Portugal!?
Alexandra engoliu em seco. Tinha posto a pata na poça. Estava feita, teria que sair dali o mais depressa possível.
Mas de facto, a sorte estava do lado de Alexandra. O duque George interrompeu a conversação de ambos.
- Interrompi-vos? - inquiriu o duque George.
- Não. - respondeu Alexandra, prontamente.
- Sou o duque George de Glasgow. - apresentou-se.
- Sou a duquesa de Bragança. -respondeu ela.
Conde William reparou que o Duque George de Glasgow estava visivelmente interessado em Alexandra e não conseguiu deixar de sentir uma pontinha de ciúmes e resolveu convidá-la para dançar.
O conde fez uma pequena vénia e pegou na mão de Alexandra e interrogou:
- Quereis dançar comigo?
- Sim. - aceitou ela.
Dançaram durante uma hora e a cumplicidade entre os dois aumentava em cada pezinho de dança.
- Nunca vi homem tão romântico! - suspirou Alexandra.
- Quero mostrar-vos o meu palácio. - informou o conde.
William levou Alexandra ao jardim do palácio e ela não deixou de reparar na beleza deste e no belo lago de cisnes.
Ouvia-se a música nitidamente e continuaram a dançar mais um pouco e depois passearam entre os jardins.
William pegou nas mãos de Alexandra, beijou-as e de seguida deu-lhe um beijo apaixonado.
- Amo-vos! - declarou-se ele.
Alexandra sentiu-se confusa. Era a primeira vez que alguém se havia declarado a ela e ainda por cima um conde de rara beleza.
Alexandra deixou-se levar pelos sentimentos e pelo romantismo do momento.
- Também vos amo. - acabou por dizer.
Deram mais um beijo apaixonado.
- Venha, vou mostrar-lhe a minha parte preferida do palácio. - informou o conde.
Ele levou-a para dentro e dirigiu-se à sala dos espelhos.
Foi ali que tudo começara.
- Adoro esta sala. Foi aqui que nasci. - informou ele.
William pegou nas mãos de Alexandra, beijou-a e disse que a amava incondicionalmente, mesmo sendo a primeira vez que se tinham visto.
- Quero sentir-te. - disse o conde.
Alexandra encontrava-se perto do espelho gigante e no mesmo instante em que o conde se preparava para desabotoar os botões do vestido, Alexandra foi sugada pelo espelho e encontrou-se de novo na casa-de-banho. Olhou para si, estava de pijama. Olhou para o espelho e viu-se tal e qual na realidade, tocou-o e não se sentiu sugada.
Alexandra correu para o quarto e leu o livro até ao fim e o que leu foi impressionante: a história era tal e qual com o episódio pelo que ela tinha passado.
Alexandra reflectiu sobre o assunto. Ficou com saudades do conde William de Gales e dos momentos que passaram juntos. Apaixonou-se irremediavelmente por ele. Tinha de arranjar uma maneira de regressar ao palácio, acabar o amor que não chegaram a fazer.
Mas na verdade, Alexandra nunca mais conseguiu lá regressar e envelheceu solteira e virgem e nunca mais viu o homem da sua vida e pensou no que tinha acontecido e chegou à conclusão que o livro era mágico e só depois percebeu o verdadeiro significado da 2ª frase da capa do livro: "Uma viagem ao Mundo da Fantasia". Tudo o que ela tinha vivido não passara de uma ilusão que ela própria tinha criado e acabou por morrer de desgosto por ter desperdiçado a sua vida com uma fantasia.
sinto-me:
música: Deixa-te levar - TT

Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009

O Bailarico Inglês - I Parte

 

Alexandra, uma educadora de infância, farta dos livros medíocres que se encontravam nas estantes da biblioteca da escola, resolveu procurar um livro diferente à Biblioteca Municipal.
Procurou nas estantes e acabou por encontrar um velho livro de contos, cuja capa era pintada de doirado e com a seguinte inscrição: O Bailarico Inglês, uma Viagem Ao Mundo da Fantasia.
- É isto mesmo. - pensou Alexandra. - Os meus meninos bem precisam de fantasia.
Alexandra resolveu levar o livro. Realmente, o livro parecia lindíssimo.
O livro relatava uma história de um conde inglês do século XVIII.
Alexandra fechou o livro maravilhada e dormiu. Sonhou que dançava com o conde.
Alexandra acordou maravilhada. Foi trabalhar com uma nova energia, sentia uma sensação fantástica. Sentiu-se renascer para uma nova vida.
Mas o mais estranho foi o facto de as crianças, outrora irrequietas e traquinas estavam bem mais calmas e interessadas na história.
O dia de Alexandra estava a correr cada vez melhor.
Quando veio do trabalho teve uma surpresa: recebeu uma visita da mãe que já não via a alguns anos e soube que o seu irmão que vive nos E.U.A. foi promovido e conseguiu finalmente arranjar namorada.
Nesse dia era só surpresas. Mas mal sabia Alexandra que a grande surpresa se realizaria à noite.

PS. Não perca a continuação da história. No Bailarico Inglês - II Parte.


Segunda-feira, 8 de Setembro de 2008

Meu livro, meu amigo

 

Meu livro, meu amigo
Vou ler o que tens escrito
E andar sempre contigo
A meu lado, já está dito.

Contigo posso ler
E posso escrever
A morada e o número de telefone
Desenhar um cubo ou um cone.

Nunca te vou fazer mal
Porque és muito especial
Para ti e para mim,
A amizade não tem fim!

 

Tinha eu 10 anos quando escrevi este poema, por isso não se goza por ele não ter muita qualidade. xD (Tenho uma desculpa)...


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