Domingo, 22 de Dezembro de 2013

...

 

 

Vou-vos contar as minhas novidades.

 

Já escolhi o tema para a minha dissertação! Será a Propaganda e a Informação na II Guerra Mundial e analisarei alguns filmes, como Casablanca e canções de incentivo ou contra a participação dos EUA na II Guerra. Já comecei a ler alguns livros e a fazer apontamentos.

 

Tenho ido de duas em duas semanas ao nutricionista. Quando fui lá pela primeira vez pesava 61.5 kg. Agora, passados quase três meses, peso 55 kg, o que é fantástico, não é? Pois, agora que as festividades chegam a trote, a ver se não engordo, já nem digo emagrecer, mas pelo menos manter o peso, ou engordar só um quilinho, que depois com dieta e exercício físico desaparece em menos de duas semanas! {#emotions_dlg.tongue} 

 

Como não trabalho, aproveito o tempo para estudar e ver séries. Estou a acompanhar a 6.ª temporada de Glee e também a 6.ª de Castle; e agora estou a acompanhar a 3.ª temporada de American Horror Story e também a 3.ª de Teen Wolf. Se passo um dia sem ver séries, sinto um vazio... É um vício, eu sei! Mas é tão bom! Não sei o que seria da minha vida sem séries, música e livros. Morreria, pois a minha vida é um tédio pegado e preciso disto para de certa forma anestesiar o meu descontentamento com a minha vida. 

 

Espero que esteja tudo bem convosco. Beijinhos! 

música: Gloria in Excelsis Deo - Glee

Domingo, 15 de Setembro de 2013

Mais um ano se passou!..

 

[Janis Ian]

... E já fiz o primeiro ano de Mestrado em Ciências da Comunicação com média de 15, 75 valores! {#emotions_dlg.happy} Agora só falta decidir o tema para a minha dissertação e isso não está nada fácil! Até já pensei em desistir, mas também não empregos na minha área!... Mas como ficarei muito tempo sem fazer nada estou a pensar em voluntariar-me para trabalhar na biblioteca municipal, pois adoro livros. A ver se me aceitam...

 

Em relação às tais amizades anteriores, não há novos desenvolvimentos. Continuámos ex-amigas e continuaremos a sê-lo, e ainda bem, porque eu posso tê-las desiludido, mas elas também me desiludiram, e muito. Descobri que não eram tão minhas amigas assim e que já se queriam ver livres de mim há muito tempo e aproveitaram para acabar tudo e colocar as culpas todas em mim para eu me definhar com os remorsos. Mas não interessa, pois, apesar de ainda não ter superado essa perda e essa desilusão, reencontrei-me com uma amiga dos tempos de adolescência e com ela fiz novas amizades! {#emotions_dlg.default}E foi graças a elas que fui pela primeira vez na minha vida, aos 22 anos, a um festival de música, onde acampei e tudo! E graças a elas também saio mais vezes de casa! Enfim, amizades boas, espero não perdê-las também...  {#emotions_dlg.sidemouth} Mas as tais 'amizades' ensinaram-me certas coisas, erros, que não devo cometer. Pelo menos aprendi algo precioso para a minha vida. Pode até parecer estranho uma pessoa da minha idade não saber certas coisas tão 'óbvias' em relação à amizade, mas eu só comecei verdadeiramente a conviver com seres humanos por volta dos meus 19 anos, por isso ainda sou muito 'verdinha' no que toca à interacção entre seres humanos...

 

Nas minhas férias fui ter com a minha família. E os meus laços com os meus primos estreitaram-se de uma forma que nunca tinha ocorrido antes! Éramos tão distantes devido às nossas diferenças de idades e por causa do meu temperamento 'anti-social'... Mas eu mudei um pouco, mas mudei! Comecei a cuidar mais da minha imagem, a ser mais vaidosa, comecei a ver-me como uma mulher bonita, ao invés da imagem de rapariga feia que tinha de mim até então! Mas ainda não estou satisfeita, principalmente com o meu corpo... Quero emagrecer, e por isso comecei a fazer exercício físico - com muito esforço e frete - pois detesto exercício físico, {#emotions_dlg.tongue} e também já marquei uma consulta com o nutricionista.

Quero sentir-me ainda mais bonita e isso passa por um corpo mais magro e torneado, mas tudo de forma saudável, pois prezo demais a minha saúde e o meu bem-estar! Contudo, os meus problemas com a ansiedade e com a depressão mantêm-se... E às vezes dou por mim a querer desistir de tudo, mas há uma voz dentro de mim que me diz para enxugar as lágrimas e erguer-me. Mas por vezes o medo e o sofrimento falam mais alto... {#emotions_dlg.sad} Tudo muito complicado!... Tenho uma vida de sorte, mas esta depressão não me deixa curti-la e isso faz-me sofrer. Tenho tanto medo de ser assim para o resto da minha vida, mas tanto, tanto! Tenho medo de que a depressão me vença e que eu perca a batalha...

Mas espero que novos dias virão com mais brilho, brilho esse que me permita ver a saída deste abismo onde me encontro... {#emotions_dlg.sol}

 

 

Em baixo, coloco uma música do Boss Ac com a Mariza que fala sobre a depressão. Sempre que a ouço não consigo evitar as lágrimas...

 

 

sinto-me:
música: Ao pé de mim (vem repousar) - Quinta do Bill

Terça-feira, 18 de Maio de 2010

Lara Fabian - La différence

Foi com alegria e, até, algum descrédito que ontem ouvi o Presidente da República a declarar a promulgação do casamento homossexual.

Fiquei mesmo contente com esta conquista, Portugal deu um grande passo para a igualdade de Direitos!

Deixo-vos aqui com uma linda música de Lara Fabian, intitulada de «La Diférence» que fala exactamente da falta de diferença que há entre os casais heterossexuais e os casais homossexuais. Espero que faça reflectir e que mude mentalidades mais conservadoras, pois o amor é lindo de todas as maneiras! Quando se ama alguém, ama-se a pessoa e não o sexo dela!

 

Fiquem então com a linda música da cantora belga. Resolvi colocar a tradução, pois achei que era importante se perceber o que diz na música.

 

 

 

 

A diferença
Aquela que perturba
Uma preferência, um estado da alma
Uma circunstancia

Um corpo-a-corpo
Em desacordo com as pessoas, bem pensando...
Os hábitos comuns...

Suas peles jamais temerão as diferenças
Elas se reconhecem, se tocam
Assim como estes dois homens que dançam

Sem nunca falar
Sem nunca gritar
Eles se amam em silêncio
Sem nunca mentir, nem se voltar contra ninguém
Eles se tornam confidentes
Se vocês soubessem como eles não estão nem aí para suas injúrias
Eles preferem o amor
Sobretudo a verdade
do que nossos murmurios

Eles falam sempre
sobre as outras pessoas
que se amam tanto
que se amam, como chamamos, "normalmente"
Desta criança tão ausente
Deste mal que está no sangue
Que fere e mata... tão livremente

Seus olhos jamais se afastarão por negligencia
Eles apenas se reconhecem, e se familiarizam
Assim como estas duas mulheres, que dançam...

Sem nunca falar
Sem nunca gritar
Elas se amam em silêncio
Sem nunca mentir, nem se voltar contra ninguém
Elas se tornam confidentes
Se vocês soubessem como eles não estão nem aí para suas injúrias
Eles preferem o amor
Sobretudo a verdade
do que nossos murmurios

De Verlaine à Raimbaud
Quando paramos pra pensar...
Nos toleramos esta excepcional diferença!

Sem nunca falar
Sem nunca gritar
Eles se amam em silêncio
Sem nunca mentir, nem se voltar contra ninguém
Eles se tornam confidentes
Se vocês soubessem como eles não estão nem aí para suas injúrias
Eles preferem o amor
Sobretudo a verdade
do que nossos murmurios

A diferença...
Quando paramos pra pensar...
Qual a diferença?

sinto-me: cansada
música: La Différence - Lara Fabian

Domingo, 25 de Abril de 2010

Somos Livres - Ermelinda Duarte

 

Para comemorar o 25 de Abril de 1974, partilho convosco uma linda música de Ermelinda Duarte Somos Livres, um grande marco da geração de 70, que fala mesmo da liberdade! Espero que gostem!

 

Ontem apenas
fomos a voz sufocada
dum povo a dizer não quero;
fomos os bobos-do-rei
mastigando desespero.

Ontem apenas
fomos o povo a chorar
na sarjeta dos que, à força,
ultrajaram e venderam
esta terra, hoje nossa.

Uma gaivota voava, voava,
assas de vento,
coração de mar.
Como ela, somos livres,
somos livres de voar.

Uma papoila crescia, crescia,
grito vermelho
num campo cualquer.
Como ela somos livres,
somos livres de crescer.

Uma criança dizia, dizia
"quando for grande
não vou combater".
Como ela, somos livres,
somos livres de dizer.

Somos um povo que cerra fileiras,
parte à conquista
do pão e da paz.
Somos livres, somos livres,
não voltaremos atrás.
sinto-me:
música: Somos Livres - Ermelinda Duarte

Sexta-feira, 23 de Abril de 2010

À terceira é de vez!

É verdade, pessoal! Sou oficialmente um perigo na estrada, mas com licença! eheheh

Fiz marcha atrás, estacionamento, andei para a frente (of course!) com camiões a atrapalhar!

Enfim, só para dizer que estou muito, mas muito feliz!

E quero agradecer a todos pelo apoio que me deram quando eu chumbei no segundo exame, pois este já era o terceiro! À terceira é de vez! Não é o que se custuma dizer? Fiquei contente, pois se chumbasse hoje desisitiria da carta, pois só tinha este mês para a tirar! Obrigada mais uma vez, por terem acreditado em mim e me terem feito a acreditar em mim mesma! Sei que muita gente fez figas para eu passar, não sei se interferiu! É que as ruas estavam mais ou menos desertas! xDDD É isso mesmo, fiquem em casa e não atrapalhem!

Afinal o zodíaco estava certo: dizia que o lema desta semana seria não desisitir dos meus sonhos e que o melhor dia da semana seria, exactamente, a sexta-feira!

Portanto, tudo para dizer que se me virem por aí de carro, fujam da frente!!! lol

 

 

Apresento-vos os carros dos meus sonhos:

 

 

 

 Alfa Romeo Giulietta 2010

 

 

 

New Beetle

sinto-me: felicíssima
música: Tik Tok - Ke$ha

Domingo, 18 de Abril de 2010

As coisas boas da vida

 

 


1. Apaixonar-se.
2. Rir tanto até que as faces doam.
3. Um chuveiro quente num Inverno frio.
4. Um supermercado sem filas nas caixas.
5. Um olhar especial.
6. Receber correio (pode ser electrónico.....)
7. Conduzir numa estrada linda.
8. Ouvir a nossa música preferida no rádio.
9. Ficar na cama a ouvir a chuva cair lá fora.
10. Toalhas quentes acabadas de serem engomadas...
11. Encontrar a camisola que se quer em saldo a metade do preço.
12. Batido de chocolate (baunilha ou morango).
13. Uma chamada de longa distância.
14. Um banho de espuma.
15...Rir baixinho.
16. Uma boa conversa.
17. A praia.
18. Encontrar uma nota de 20 euros no casaco pendurado desde o último Inverno.
19. Rir-se de si mesmo.
20. Chamadas à meia-noite que duram horas.
21. Correr entre os jactos de água de um aspersor.
22. Rir por nenhuma razão especial.
23. Alguém que te diz que és o máximo.
24. Rir de uma anedota que vem à memória.
25. Amigos.
26. Ouvir acidentalmente alguém dizer bem de nós.
27. Acordar e verificar que ainda há algumas horas para continuar a dormir.
28. O primeiro beijo (ou mesmo o primeiro com novo parceiro).
29. Fazer novos amigos ou passar o tempo com os velhos.
30. Brincar com um cachorrinho.
31. Haver alguém a mexer-te no cabelo.
32. Belos sonhos.
33. Chocolate quente.
34. Fazer-se à estrada com os amigos.
35. Balancear-se num balancé.
36. Embrulhar presentes sob a árvore de Natal comendo chocolates e bebendo a bebida favorita.
37. Letra de canções na capa do CD para podermos cantá-las sem nos sentirmos estúpidos.
38. Ir a um bom concerto.
39. Trocar um olhar com um belo/a desconhecido/a.
40. Ganhar um jogo renhido.
41. Fazer bolachas de chocolate.
42. Receber de amigos biscoitos feitos em casa.
43. Passar tempo com amigos íntimos.
44. Ver o sorriso e ouvir as gargalhadas dos amigos.
45. Andar de mão dada com quem gostamos.
46. Encontrar por acaso um velho amigo e ver que algumas coisas ( boas ou más) nunca mudam.
47. Patinar sem cair.
48. Observar o contentamento de alguem que está a abrir um presente que lhe ofereceste.
49. Ver o nascer do sol.
50. Levantar-se da cama todas as manhãs e agradecer outro belo dia.

sinto-me:
música: Tudo Vira Bosta - Rita Lee

Sexta-feira, 1 de Janeiro de 2010

Este ano aprendi...

Long road ahead. Royalty Free Stock Photo

 

"Aprendi que...
Ninguém é perfeito enquanto não me apaixono.

Aprendi que ....
A vida é dura. Mas eu sou mais dura que ela!!

Aprendi que...
As oportunidades nunca se perdem.
Aquelas que eu desperdiço... alguém as aproveita!

Aprendi que...
Quando me importo com rancores e amarguras a felicidade vai para outra parte.

Aprendi que...
Devo sempre dar palavras boas... porque amanhã nunca sei as que terei que ouvir.

Aprendi que...
Um sorriso é uma maneira económica de melhorar o meu aspecto.

Aprendi que...
Não posso escolher como me sinto... mas posso sempre fazer alguma coisa.

Aprendi que...
Todos querem viver no cimo da montanha... Mas toda a felicidade está durante a subida.

Aprendi que...
Tenho que gozar a viagem e não apenas pensar na chegada.

Aprendi que...
O melhor é dar conselhos só em duas circunstâncias... Quando me são pedidos e quando deles depende a vida.

Aprendi que...
Quanto menos tempo eu desperdiço... mais coisas posso fazer."

 

 

Como preparar o prato do dia de hoje?

 Coloque o ciume num recipiente e junte alguma frustraçao. Tempere com alguma raiva. Deixe a marinar durante uns dias, nao muitos, talvez uns 3. Após esse período leve a cozer em lume bastante forte para tudo poder ser agreste, para o caso de ter fogao de lenha, coloque bastantes pedaços de madeira para que a agressividade se mantenha no seu pico mais alto. Ao final de 4 horas deverá estar consistente o suficiente para deitar fora, mas nao sem antes o colocar num prato e o efeitar. Efeite com as pessoas q mais deteste e coloque nele os seus piores sentimentos. Irá ficar magnifico. E voila: o prato do dia de hoje!

P.S. - para o caso de ter alguma sede de vingança deixe escapar quem ama e vá atras de quem provocou o ciume.

 

Textos retirados da net

 

sinto-me:
música: Some People's lifes - Janis Ian

Quarta-feira, 23 de Dezembro de 2009

A verdadeira magia do Natal

 

Era uma vez uma família, a família Borges constituída por sete elementos: Olinda, a sua filha Laura, o seu esposo Filipe e os filhos destes: Sara, a mais nova, André e Diogo, os dois gémeos, e a Rita, a mais velha. Aparentamente era uma família perfeitamente normal e unida mas, no entanto, não era bem o que parecia. Era difícil explicar o que lhes faltava porque não é nada que se explique facilmente, é algo que se sente. Mas, na verdade, nenhum deles dava muita importância a isso, bem, excepto a mãe, Laura. Esta era a única pessoa na família que demonstrava ter sentimentos.
Era dia 24 de Dezembro e para todos era um dia normal, tirando a decoração da casa. É claro que todos sabiam que era véspera de Natal, mas praticamente todos ignoravam esse dia.
Laura acordara nesse dia um pouco desanimada por pensar que naquele dia em imensos sítios, todas as famílias celebrariam o Natal, todos excepto a sua família.
No entanto, também com um pouco de esperança de a família ter mudado. Na verdade, em todos os Natais acordava com essa mesma esperança e preparava como se fosse tudo normal. Mas quando todos acordaram, Laura constatou que estavam impacientes e um tanto aborrecidos. Então perdeu a sua esperança. Foi para a cozinha comportando-se normalmente.
Quando toda a família se juntou à mesa para o pequeno-almoço, Laura ainda tentou a sua sorte, dizendo: «Feliz Natal». Em vão, todos continuavam na mesma.
E assim foi o resto do dia, até o telefone tocar. Foi a Rita quem atendeu e de seguida passou ao pai.
Depois duma longa conversa, o pai pousou o auscultador e dirigiu-se à família dizendo:
- Acabaram-me de telefonar e... tenho de fazer uma viagem ainda hoje para os Estados Unidos. É mesmo urgente!
- E quanto tempo lá ficas? - perguntou André, um dos gémeos.
- Não sei... - respondeu o pai.
- Mas amanhã é dia de Natal! - exclamou a Laura.
- É muito importante... - repetiu o pai.
E com mais um suspiro impaciente, foi para o quarto onde faria as malas. Dali a meia-hora, já as malas se econtravam junto à porta e o pai despediu-se de todos, um a um. Quando finalmente este se foi despedir da Laura, esta virou-lhe a cara. Todos começaram a olhar para ela surpreendidos com a sua reacção. Esta cerrrou os punhos e gritou para toda a família, o que lhe apetecia dizer à anos atrás. Estava farta de tudo aquilo, daquela falta de sentimentos por parte de toda a gente.
Quando deu por si, já várias lágrimas lhe escorriam pelo resto e todos olhavam para ela. Por fim, quando já não conseguia dizer mais nada, respirou fundo e olhou para todos à espera de uma reacção. Vendo que ninguém dizia nada, reforçou:
- Então? Não dizem nada?
- A mãe tem razão... - suspirou Rita. - Nesta casa, como em muitas outras, o Natal deveria ser celebrado. É verdade que todos sabemos que gostamos muito uns dos outros, mas nunca é demais lembrá-lo todos os dias, tanto com palavras, como com um simples gesto.
- Sim... - reforçaram Sara e Olinda.
- Também acho. - disse Diogo.
- Bem... - disse por fim, Filipe. - Acho que têm razão!
Finalmente, nesse Natal toda a família se reuniu, acendeu as velas, ceou e comportou-se como uma família normal, como sempre demonstrou ser, mas com muito mais sentimento, mais alegria. Porque realmente o Natal não se resume a palavras, não se explica facilmente, é uma coisa que se sente.
 
Texto da minha autoria

 

 

sinto-me:
música: A Thousand Years - Janis Ian

Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009

O que se não deve e o que se deve fazer se o seu/sua filho/a for homossexual

A saída do armário dos filhos é recebida com choque, apreensão e, muitas vezes, com revolta por parte dos pais. O terapeuta familiar Pedro Frazão, 33 anos, é autor de um estudo sobre este tema. Saiba quais são as principais recomendações deste especialista 

 

Manual: quando o seu filho lhe diz que é gay 

 

O meu filho é gay

 

O QUE NÃO DEVE FAZER:

 

*Transmitir ao adolescente/jovem adulto de que se trata apenas de uma fase e que com o tempo vai voltar a ser heterossexual, desvalorizando todo o trabalho de preparação que o jovem fez para partilhar com os pais o que sentia 

*Criar um pacto de silêncio sobre as questões relacionadas com os afectos e sexualidade dos jovens

*Criar um clima de confrontação e hostilidade que faça o adolescente/jovem adulto sentir-se ainda mais isolado do que já se sentia antes do coming out ("sair do armário")

*Fazer ameaças de que ou o adolescente muda a sua orientação sexual ou é afastado da família ou expulso de casa

*Proibir o adolescente ou jovem adulto de se encontrar com os seus amigos ou namorados(as) que muitas vezes são apontados pelos pais mais intolerantes como responsáveis pela situação

*Fazer formulações culpabilizantes de que os filhos são gays ou lésbicas porque os pais falharam ou porque a orientação sexual dos filhos resulta de experiências infantis (ex: a mãe estava demasiado próxima e o pai era distante)

*Fazer comentários homofóbicos e que ridicularizam pessoas gays ou lésbicas

*Procurar psiquiatras e psicólogos com o objectivo de mudar a orientação sexual dos filhos

 

 

O QUE DEVE FAZER:

 

*Criar um contexto seguro para que o adolescente ou o jovem adulto fale abertamente sobre os seus sentimentos 

*Assumir que, à semelhança do que foi vivido pelos filhos, os pais também necessitam de tempo para se adaptar à nova realidade

*Procurar informação especializada sobre questões relacionadas com a orientação sexual 

*Se necessário, procurar um profissional de saúde mental especializado em questões de sexualidade

*Conhecer gays e lésbicas que lhe possam assegurar que uma orientação sexual minoritária não é um problema e que lhe mostrem que essas pessoas podem ter vidas completas como homens e mulheres a todos os níveis

*Procurar outros pais que têm filhos gays e lésbicas e que viveram situações semelhantes.

 

Resolvi colocar este post que vi na Visão Online, porque não só por ter gostado dele por ser verdadeiros e fácil de entender, mas também, porque este tipo de questões necessitam de ser informadas. Ainda para mais, com a ideia do PS de em Portugal poder vir realizar-se casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

 

sinto-me:
música: Meet Me Halfway - Black Eyed Peas

Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

A menina da fita amarela

 

 

 

Ali estava ela

De fitinha amarela

A andar no baloiço

Do parque infantil.

 

O seu risinho de criança

Ingénuo e inocente

Contrastava com o meu semblante,

Triste e humilhante.

 

O meu olhar pesaroso

Fitava a alegre menina

Da fitinha amarela

E dou por mim com inveja

da criança.

 

Gostaria de ter o mesmo brilho no olhar,

O mesmo riso,

A mesma alegria,

Mas principalmente a sua inocência!

 

Mas a mim já ninguém

Me pode devolver

A inocência perdida,

A minha infância interrompida,

E a alegria destruída.

 

Não é fácil para um criança

Não poder confiar

Na pessoa que era suposto amar

Pessoa, essa, que em vez de te abraçar,

Acarinhar e te reconfortar,

Te obriga a viver num pesadelo

De que jamais conseguirás acordar.

 

Ele era como os monstros

Que dizem viver debaixo da cama.

Apesar de estarem sempre por perto,

Só à noite é que se revelavam.

Ele tinha prazer quando me tirava

A inocência de menina,

Mas a mim só me apetecia desaparecer,

Para ele nunca mais me tocar e me ver.

 

Quando olho para as minhas

Fotos de menina,

Não consigo ver

A menina alegre que queria ser.

Por isso, dou por mim a sonhar

Que sou a menina da fitinha amarela,

Que não é nada mais, nada menos

Que fruto da minha imaginação.

 

5/10/2009

 

Poema da minha autoria

sinto-me:
música: Hair Spun Of Gold - Janis Ian

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